Penso, logo resisto: uma análise sobre o conceito de banalidade do mal em Hannah Arendt e sua presen

Penso, logo resisto

General

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Divulgación Científica

A filósofa Hannah Arendt em sua produção chega ao conceito de banalidade do mal ao observar a sociedade alemã nazista do século XX, quando os indivíduos desse ambiente entendiam seus atos, porém continuavam exercendo-os porque acreditavam em outros objetivos e ideias mais importantes do que as atrocidades que cometiam, os interesses pessoais prevaleciam e para conquista-los as soluções mais convenientes eram adotadas. Entendemos esse raciocínio a partir do livro escrito pela filósofa, Eichmann em Jerusalém - Um relato sobre a banalidade do mal. Onde a figura de um homem é inteiramente analisada, dado que era um sujeito sem nenhum traço maligno, aparentemente normal, como foi capaz de cometer um dos maiores crimes contra a humanidade? Ao observamos a sociedade contemporânea, podemos perceber a banalidade do mal quando existem indivíduos inertes em relação a normalidade de atos não condizentes com a ética e os direitos humanos presente no meio social , sujeitos que promovem ou reproduzem discursos de ódio com naturalidade, ou que não se chocam mais com a violência reproduzida nos meios de comunicação. A intenção desse projeto de pesquisa é promover, em meio à nossa comunidade escolar e em instituições adjacentes o conhecimento sobre os problemas sociais gerados a partir da banalização do mal e debater acerca das ações do homem moderno, levando através do diálogo o despertar do pensamento crítico.

Participantes

VICTOR MARINHO UCHÔA

MARIA EDUARDA MATOS DE SOUSA

Dayane Évellin de Sousa Costa

Escuela

EEEP Presidente Roosevelt

Brasil-Ensino Médio integrado ao técnico-Fortaleza-CE